Virtualização dos processos judiciais

Com a virtualização de tribunais, soluções de Gestão Eletrônica de Documentos tornam-se indispensáveis ao setor jurídico

Por Rodrigo Reis* | Foto: Shutterstock | Adaptação web Caroline Svitras

 

Desde que o Superior Tribunal de Justiça foi virtualizado completamente, em 2010, com base na Lei no 11.419, de 2006, e deixou de receber processos em papel, começou uma corrida no setor pela digitalização dos documentos. Atualmente, é rotina dos escritórios de advocacia protocolar as petições iniciais e intermediárias de forma eletrônica. Entretanto, cada tribunal tem suas especificações, que regulamentam o formato de cada arquivo, entre outros itens.

 

A virtualização ajuda a agilizar os processos no sistema judiciário brasileiro, mas, para se adequar às exigências e aos requisitos, cada escritório ou departamento jurídico identifica o que é preciso, como equipamentos compatíveis para a Gestão Eletrônica de Documentos (GED). Com scanners e multifuncionais equipados com os softwares adequados, cada arquivo é digitalizado de acordo com os padrões da legislação vigente, poupando tempo e atingindo resultados.

 

Documentos

Por se tratarem de processos, esses documentos têm valor inestimável e, apesar dos trâmites eletrônicos, precisam ser armazenados com total segurança. Quando o arquivo é gerado eletronicamente, ele passa por diversas operações judiciais, mas o advogado fica responsável por guardar a versão original em papel. O arquivamento físico de centenas ou até milhares de processos, dependendo do porte do escritório, pode dificultar e demandar tempo, quando for preciso realizar uma pesquisa ou alterações. Aí, surge outra necessidade de uma solução GED, que facilita a busca pelo documento virtual, trazendo o resultado em segundos.

 

*Rodrigo Reis é diretor-comercial e sócio da Reis Office, empresa líder em soluções completas para impressão, digitalização, transmissão e armazenamento de documentos.

Revista Visão Jurídica Ed. 99