Crescimento da criminalidade e segurança privada

Por Diego da Silva Carvalho* | Foto: Shutterstock | Adaptação web Caroline Svitras

Atualmente, avolumam-se na mídia notícias acerca da violência que assola o país. Diariamente, somos informados sobre ocorrências de roubos, furtos, invasões a lojas e domicílios, dentre outros crimes. Tais situações envolvem tanto o cidadão quanto empresas e comércios, também vítimas constantes da criminalidade.

 

Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública do Estado da Bahia, somente no mês de março deste ano, na capital, foram registrados 117 casos de homicídios dolosos, seis casos de latrocínio, que é o roubo seguido de morte, 189 roubos a ônibus, 519 roubos de veículos e 110 furtos de veículos. A sensação de insegurança é geral e afeta a vida da população, que se vê obrigada a buscar novas e mais eficazes formas de proteção.

Patrimônio

Esse quadro faz com que a população bem como os donos de negócios se preocupem, cada vez mais, com a segurança pessoal e do seu patrimônio. Nesse cenário, surgem as empresas relacionadas à segurança privada, tendo em vista que o Estado não consegue promover integralmente a segurança do cidadão e de seus bens.

 

A contratação de empresas especializadas em segurança patrimonial pode minimizar os riscos, reduzindo significativamente o índice de ocorrências. A instalação de alarmes e câmeras para monitoramento, bem como a contratação de uma equipe de ronda são formas de proteger o patrimônio, promovendo uma maior sensação de segurança. Tais mecanismos inibem a atuação dos bandidos.

 

No momento de contratar esse tipo de serviço, é importante que seja verificada a idoneidade da empresa no mercado, para saber se conta com profissionais qualificados para a realização da atividade. Tal preocupação se deve por ser uma atividade que envolve não apenas segurança do patrimônio, mas da própria vida do cliente/contratante.

 

Revista Visão Jurídica Ed. 123

Adaptado do texto “Crescimento da criminalidade e segurança privada”

*Diego da Silva Carvalho é sócio do escritório Lapa Góes e Góes Advogados, com atuação destacada na área trabalhista, em especial, segmento de energia, petróleo e gás. Pós-Graduação em Direito Público e em Direito e Processo do Trabalho.